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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A Canção da Espada

Era noite quando a decima segunda caneca de cerveja chegou a mim. No canto da taberna, um bardo melancólico entoava canções igualmente tristes, ritmava com um tambor e um tamborete, até que seu tom começou a mudar, pois ele começou uma canção sobre guerras.


A Canção da Espada


Sublimes são os sons de uma guerra,
que marcam na carne como o corte da navalha.
Tão sólido quanto a pancada num escudo,
e fluido como o sangue que se espalha.

Hordas em fúria gritam xingamentos,
Comandantes apontam a direção,
Os generais inflamam os guerreiros.
Escudos à frente, espadas na mão

Nessa terra sem lei, exércitos se organizam
E nos campos ardentes, a morte se aproxima.
Bravos guerreiros e centenas de viúvas
Só podem entoar A canção da espada.

Peçam proteção, aos deuses em que acreditam,
Coloquem no corpo sua cota de malha
Peçam por coragem, força e confiança,
E afiem o aço de sua arma.

Nos marchamos, somos a tempestade,
Gritos de guerra iguais aos trovões,
Nossas espadas brilham como raios,
E os escudos fortes como a chuva.

Nessa terra sem lei, exércitos se organizam
E nos campos ardentes, a morte se aproxima.
Bravos guerreiros e centenas de viúvas
Só podem entoar A canção da espada.

Inimigos investiram com desespero,
Foi um ataque completamente rechaçado
Bateram forte contra a parede escudos
Sentiram o choque e foram subjulgados.

Nossos guerreiros atacaram rapidamente,
A cada golpe o sangue espirrava.
Sem piedade, mataram e foram mortos,
 Recompensados pelo júbilo da batalha.

Nessa terra sem lei, exércitos se organizam
E nos campos ardentes, a morte se aproxima.
Bravos guerreiros e centenas de viúvas
Só podem entoar A canção da espada.


Outcome

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